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Acadêmicos da Unijuí foram sensibilizados
Data: 21/03/2018

A Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), comemora a retomada do crescimento de doadores e de transplantes em âmbito nacional. Em Ijuí, a  Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante-CIHDOTT do Hospital de Caridade de Ijuí(HCI), organiza uma campanha de conscientização, nesta quarta-feira, dia 21, exclusivamente para os acadêmicos do curso de enfermagem da Unijuí. A ideia do encontro é desmistificar a doação de órgãos ainda no processo de formação do profissional da área da saúde.

O HCI é pioneiro nos transplantes de rins. O primeiro foi realizado no ano de 1986 e hoje somam 97 transplantes renais realizados, que colocam o HCI como um dos dois maiores centros de transplantes do interior do Estado, junto com Caxias do Sul. Neste fim de semana, a equipe especializada fez mais dois transplantes de rins no hospital macrorregional, tendo como receptores, um homem de 61 anos de Bozano e uma mulher de 56 anos de Jóia. O ano de 2018 registra 4 transplantes renais, sendo dois de doadores vivos e dois de doadores cadáveres.

“ Mais do que a conscientização das pessoas que estiverem no hospital, em relação ao ato de doar, a peça-chave para o aumento do número de órgãos captados é a anuência dos familiares de primeiro grau em relação ao assunto. Isso porque é a família que autoriza a doação, após constatada a morte encefálica, e mesmo que o paciente fosse doador, se ele não manifestou essa vontade para os entes mais próximos, geralmente o ato não se concretiza”, explica a enfermeira e coordenadora da CIHDOTT do HCI, Alexandra Schmidt.

A médica nefrologista do HCI Maria Leocádia Padilha explica ainda que quando aparece um órgão de um doador cadáver, ele é submetido a exames e os resultados processados ficam à disposição do sistema de classificação de receptores da Central de Transplantes do Estado, que fica em Porto Alegre, onde o programa faz o cruzamento entre os dados do doador e do receptor e apresenta as dez opções mais compatíveis com o órgão, que passam por nova bateria de exames apontando o receptor mais compatível. "A partir daí, o médico de quem vai receber o órgão, é contatado para responder sobre o estado de saúde deste possível receptor. Se ele estiver em boas condições, é o candidato a receber o novo órgão. Se não estiver bem de saúde, o processo recomeça, seguindo a lista estabelecida, rigorosamente", afirma a médica.  O processo de transplante requer atenção permanente e coordenação ágil, por isso a Central de Transplantes do Rio Grande do Sul, que integra o Complexo Regulador do Estado, funciona 24 horas por dia, nos 7 dias da semana.

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